
O comerciante e agitador cultural Clarindo Silva, 65 anos, foi escolhido, com seus 58 quilos, o Rei Momo do Carnaval de Salvador deste ano. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (dia 11) pelo coordenador-executivo do Carnaval, Pedro Costa, em solenidade realizada pela Federação dos Clubes Carnavalescos da Bahia, no Hotel Tropical da Bahia. Muitas palmas saudaram sua majestade que foi recebida também pelo protesto de outros três candidatos, todos gordinhos, inconformados com um rei magro na folia.
De roupa branca e terno com alusão à Festa do Bonfim em azul claro, Clarindo Silva recebeu a coroa de Rei Momo, "um pouco grande, mas que até o Carnaval, caberá como uma luva", disse. Ele dançou e cantou, mostrando ter samba no pé, e aproveitou para agradecer "por mais essa oportunidade de representar a cidade", lembrando que na qualidade de Rei Momo não reinará "apenas para blocos de trio ou camarotes, mas para todos os foliões, destacando os afro e afoxés, além de cordeiros, catadores de latinha e todos que dão o suor do trabalho para realizar a maior festa popular do planeta".
Clarindo Silva se diz "mensageiro da paz e do amor" e que aceita o desafio de reinar na folia para mais uma vez ser protagonista da quebra de paradigmas. Ele não quis comentar o protesto dos concorrentes, afirmando que o momento é para vivenciar a alegria do Carnaval. Espera, contudo, ter o apoio dos foliões, baianos e turistas, "para que o Carnaval de Salvador seja exemplo para todo o Brasil de uma festa ordeira e de alegria única".
O presidente do Conselho do Carnaval, Reginaldo Santos, elogiou a escolha de Clarindo como novo Rei Momo, assegurando ter "testemunhado as dificuldades da Federação ao longo de todos esses anos para a realização do concurso". Para ele, "é preciso rediscutir as questões do Carnaval, do Rei Momo, da Rainha, da estrutura da festa, afirmando que "é preciso ter coragem e determinação para fazer as mudanças que o Carnaval precisa".
Presidente da Federação dos Clubes Carnavalescos da Bahia, Jairo da Mata disse que "toda essa polêmica é salutar, até mesmo para amadurecer o processo de escolha dos futuros Reis Momos. Ele lembrou que, "desde o saudoso Ferreirinha, que foi soberano durantes muitos anos, nenhum Rei Momo conseguiu superar em popularidade essa figura emblemática do nosso Carnaval".
Para o coordenador do Carnaval, Pedro Costa, "finalmente conseguimos chamar a atenção para o Rei Momo", explicando que "há muito esse personagem tão importante da festa vinha perdendo o brilho de carnavais passados, quando o povo saía às ruas para ver e aplaudir o rei".
"Agora estamos iniciando uma nova era", disse Reginaldo Santos, para quem "o Rei Momo deixa de ser uma figura apenas decorativa para dar representatividade ao personagem maior do Carnaval". Reginaldo entende que "com essas mudanças nos critérios para escolha do Rei Momo, vamos poder atrair, nos próximos anos, figuras de grande expressão e notoriedade para esse reinado de alegria e paz".
De roupa branca e terno com alusão à Festa do Bonfim em azul claro, Clarindo Silva recebeu a coroa de Rei Momo, "um pouco grande, mas que até o Carnaval, caberá como uma luva", disse. Ele dançou e cantou, mostrando ter samba no pé, e aproveitou para agradecer "por mais essa oportunidade de representar a cidade", lembrando que na qualidade de Rei Momo não reinará "apenas para blocos de trio ou camarotes, mas para todos os foliões, destacando os afro e afoxés, além de cordeiros, catadores de latinha e todos que dão o suor do trabalho para realizar a maior festa popular do planeta".
Clarindo Silva se diz "mensageiro da paz e do amor" e que aceita o desafio de reinar na folia para mais uma vez ser protagonista da quebra de paradigmas. Ele não quis comentar o protesto dos concorrentes, afirmando que o momento é para vivenciar a alegria do Carnaval. Espera, contudo, ter o apoio dos foliões, baianos e turistas, "para que o Carnaval de Salvador seja exemplo para todo o Brasil de uma festa ordeira e de alegria única".
O presidente do Conselho do Carnaval, Reginaldo Santos, elogiou a escolha de Clarindo como novo Rei Momo, assegurando ter "testemunhado as dificuldades da Federação ao longo de todos esses anos para a realização do concurso". Para ele, "é preciso rediscutir as questões do Carnaval, do Rei Momo, da Rainha, da estrutura da festa, afirmando que "é preciso ter coragem e determinação para fazer as mudanças que o Carnaval precisa".
Presidente da Federação dos Clubes Carnavalescos da Bahia, Jairo da Mata disse que "toda essa polêmica é salutar, até mesmo para amadurecer o processo de escolha dos futuros Reis Momos. Ele lembrou que, "desde o saudoso Ferreirinha, que foi soberano durantes muitos anos, nenhum Rei Momo conseguiu superar em popularidade essa figura emblemática do nosso Carnaval".
Para o coordenador do Carnaval, Pedro Costa, "finalmente conseguimos chamar a atenção para o Rei Momo", explicando que "há muito esse personagem tão importante da festa vinha perdendo o brilho de carnavais passados, quando o povo saía às ruas para ver e aplaudir o rei".
"Agora estamos iniciando uma nova era", disse Reginaldo Santos, para quem "o Rei Momo deixa de ser uma figura apenas decorativa para dar representatividade ao personagem maior do Carnaval". Reginaldo entende que "com essas mudanças nos critérios para escolha do Rei Momo, vamos poder atrair, nos próximos anos, figuras de grande expressão e notoriedade para esse reinado de alegria e paz".
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